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	<title>Comentários sobre Cultura do Brincar » Luiz Carlos Garrocho</title>
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	<description>o brincar e suas linhas de errância - artes cênicas e educação</description>
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		<title>Comentário sobre O fim da infância (1) por Luiz Carlos Garrocho</title>
		<link>http://culturadobrincar.redezero.org/o-fim-da-infancia-1/comment-page-1/#comment-563</link>
		<dc:creator>Luiz Carlos Garrocho</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 20:00:44 +0000</pubDate>
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		<description>Veronica,

Acredito que há projetos e educadores envolvidos com a mudança desse estado de coisas que você denuncia. A questão me parece menos a de encontrar culpados para entender que realidade é esta que estamos vivendo.

Sua indignação é justa e seu clamor também. Porém, penso que temos de reinventar nossos afetos: caso contrário, ficaremos tão doloridos interna e externamente quanto a paisagem que atravessamos no dia-a-dia. Temos que invocar as potências da alegria. Caso contrário, seremos mais um corpo adoecido nessa fábrica de pesadelos que é a realidade. 

Um dos traços de uma filosofia alegre, é a de viver a angústia com afeto. Com sensibilidade. Cultivando o que a &quot;&quot;fábrica não pode cultivar: os corpos sensíveis. E isso é o que o brincar nos dá.

O que não nos impede de responsabilizar o poder público, quando este tem que ser responsabilizado. Mas acredito que devemos ser efetivos neste aspecto. E afirmativos também. Fazendo nosso auto-exame: onde será que o fascismo pode estar infiltrando-se nas dobras do meu corpo quando lido com os outros, com as crianças (para inspirar em Foucault)?

Um grande abraço e agradecido pela sua visita.

Volte sempre.

[WORDPRESS HASHCASH] The poster sent us &#039;0 which is not a hashcash value.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Veronica,</p>
<p>Acredito que há projetos e educadores envolvidos com a mudança desse estado de coisas que você denuncia. A questão me parece menos a de encontrar culpados para entender que realidade é esta que estamos vivendo.</p>
<p>Sua indignação é justa e seu clamor também. Porém, penso que temos de reinventar nossos afetos: caso contrário, ficaremos tão doloridos interna e externamente quanto a paisagem que atravessamos no dia-a-dia. Temos que invocar as potências da alegria. Caso contrário, seremos mais um corpo adoecido nessa fábrica de pesadelos que é a realidade. </p>
<p>Um dos traços de uma filosofia alegre, é a de viver a angústia com afeto. Com sensibilidade. Cultivando o que a &#8220;&#8221;fábrica não pode cultivar: os corpos sensíveis. E isso é o que o brincar nos dá.</p>
<p>O que não nos impede de responsabilizar o poder público, quando este tem que ser responsabilizado. Mas acredito que devemos ser efetivos neste aspecto. E afirmativos também. Fazendo nosso auto-exame: onde será que o fascismo pode estar infiltrando-se nas dobras do meu corpo quando lido com os outros, com as crianças (para inspirar em Foucault)?</p>
<p>Um grande abraço e agradecido pela sua visita.</p>
<p>Volte sempre.</p>
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		<title>Comentário sobre O fim da infância (1) por Luiz Carlos Garrocho</title>
		<link>http://culturadobrincar.redezero.org/o-fim-da-infancia-1/comment-page-1/#comment-562</link>
		<dc:creator>Luiz Carlos Garrocho</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 19:50:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://culturadobrincar.redezero.org/?p=659#comment-562</guid>
		<description>Cibele,

Vim de Teófilo Otoni: imenso céu azul ou carregado de nuvens pesadas... Pois que não havia prédios, somente chão, céu e algum morro. Tudo era motivo de estranhamento e invenção.

Sua observação sobre a alfabetização de uma geração construtivista merece uns bons textos lá no Quintarola, heim? Não havia pensado por esse viés... Fiquei curioso em saber como se deu isso... Que afetos foram gerados nessa interação...

Você nos conta?

Abraços

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		<content:encoded><![CDATA[<p>Cibele,</p>
<p>Vim de Teófilo Otoni: imenso céu azul ou carregado de nuvens pesadas&#8230; Pois que não havia prédios, somente chão, céu e algum morro. Tudo era motivo de estranhamento e invenção.</p>
<p>Sua observação sobre a alfabetização de uma geração construtivista merece uns bons textos lá no Quintarola, heim? Não havia pensado por esse viés&#8230; Fiquei curioso em saber como se deu isso&#8230; Que afetos foram gerados nessa interação&#8230;</p>
<p>Você nos conta?</p>
<p>Abraços</p>
<p>[WORDPRESS HASHCASH] The poster sent us &#8216;0 which is not a hashcash value.</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Brincar de esconder: um modo de percepção por Luiz Carlos Garrocho</title>
		<link>http://culturadobrincar.redezero.org/brincar-de-esconder-um-modo-de-percepcao/comment-page-1/#comment-561</link>
		<dc:creator>Luiz Carlos Garrocho</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 19:45:57 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://culturadobrincar.redezero.org/?p=475#comment-561</guid>
		<description>Priscila,

Acredito que tem muitos esconderijos sim. Pequenas frestas no mundo cotidiano, jeitos de corpo, olhares, modos de ser... Este mundo pode ser terrível mas é também maravilhoso.
E o brincar nos dá a medida-desmedida de todas as coisas, não?

Muito interessante essa observação sua sobre como podemos nos fazer convidar em vez de nos intrometermos...

Abraços

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		<content:encoded><![CDATA[<p>Priscila,</p>
<p>Acredito que tem muitos esconderijos sim. Pequenas frestas no mundo cotidiano, jeitos de corpo, olhares, modos de ser&#8230; Este mundo pode ser terrível mas é também maravilhoso.<br />
E o brincar nos dá a medida-desmedida de todas as coisas, não?</p>
<p>Muito interessante essa observação sua sobre como podemos nos fazer convidar em vez de nos intrometermos&#8230;</p>
<p>Abraços</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Blocos de infância I por Luiz Carlos Garrocho</title>
		<link>http://culturadobrincar.redezero.org/blocos-de-infancia-i/comment-page-1/#comment-560</link>
		<dc:creator>Luiz Carlos Garrocho</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 19:39:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://culturadobrincar.redezero.org/blocos-de-infancia-i/#comment-560</guid>
		<description>Talvez as duas coisas...

E parabéns pelo blog Muriquinhos. Que bom ver pessoas envolvidas com os tempos-espaços do brincar. Linkamos ele aqui.

Abraços

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		<content:encoded><![CDATA[<p>Talvez as duas coisas&#8230;</p>
<p>E parabéns pelo blog Muriquinhos. Que bom ver pessoas envolvidas com os tempos-espaços do brincar. Linkamos ele aqui.</p>
<p>Abraços</p>
<p>[WORDPRESS HASHCASH] The poster sent us &#8216;0 which is not a hashcash value.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre O fim da infância (1) por Luiz Carlos Garrocho</title>
		<link>http://culturadobrincar.redezero.org/o-fim-da-infancia-1/comment-page-1/#comment-558</link>
		<dc:creator>Luiz Carlos Garrocho</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 19:36:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://culturadobrincar.redezero.org/?p=659#comment-558</guid>
		<description>Rogério,

Um mix de sociedades disciplinares e de controle... A escola parece ter  falido como &quot;nicho de controle&quot;, mas ainda continuam configurada no mesmo programa. Entretanto, tudo vasa para tudo quanto é lado... E as questões &quot;disciplinares&quot; se transformam em questões de medicação... Terrível isso que você fala. Uma coisa para ser investigada, não?

Acho que temos coisa aí...

Abraços

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		<content:encoded><![CDATA[<p>Rogério,</p>
<p>Um mix de sociedades disciplinares e de controle&#8230; A escola parece ter  falido como &#8220;nicho de controle&#8221;, mas ainda continuam configurada no mesmo programa. Entretanto, tudo vasa para tudo quanto é lado&#8230; E as questões &#8220;disciplinares&#8221; se transformam em questões de medicação&#8230; Terrível isso que você fala. Uma coisa para ser investigada, não?</p>
<p>Acho que temos coisa aí&#8230;</p>
<p>Abraços</p>
<p>[WORDPRESS HASHCASH] The poster sent us &#8216;0 which is not a hashcash value.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre O fim da infância (1) por rfelipe</title>
		<link>http://culturadobrincar.redezero.org/o-fim-da-infancia-1/comment-page-1/#comment-552</link>
		<dc:creator>rfelipe</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 03:50:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://culturadobrincar.redezero.org/?p=659#comment-552</guid>
		<description>Texto urgente. Três vivas à Cultura do Brincar!

Se não bastasse tudo isso que você problematiza, me preocupa também a crescente medicalização/intoxicação de nossas crianças. O excesso de diagnósticos apressados de TDAH seguido de doses cavalares de &quot;sossega leão&quot;, ou melhor, Ritalina. Além da idéia amplamente difundida de que um adulto mal sucedido de hoje foi uma criança não medicada do passado. Que medo!

As crianças não reconhecem na escola o seu território, resistem. Professores, escola, família, num cabo de guerra, numa caça a culpados vs. desordeiros, aplicasse a solução fácil: remédios. Que medo! Ah, Foucault, suas lentes perspicazes, e Deleuze, com uma capacidade de rodopios, resultado, em nossos tempos a escola é talvez um dos melhores cenários para se observar a transição das sociedades disciplinares para as de controle. Um mix das duas. 

Falo da escola sem endereço e da criança sem rosto. Não é difícil encontrar logradouros, tampouco criar rostidades.

Um abraço e que discussão interessante é alimentada neste blog.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Texto urgente. Três vivas à Cultura do Brincar!</p>
<p>Se não bastasse tudo isso que você problematiza, me preocupa também a crescente medicalização/intoxicação de nossas crianças. O excesso de diagnósticos apressados de TDAH seguido de doses cavalares de &#8220;sossega leão&#8221;, ou melhor, Ritalina. Além da idéia amplamente difundida de que um adulto mal sucedido de hoje foi uma criança não medicada do passado. Que medo!</p>
<p>As crianças não reconhecem na escola o seu território, resistem. Professores, escola, família, num cabo de guerra, numa caça a culpados vs. desordeiros, aplicasse a solução fácil: remédios. Que medo! Ah, Foucault, suas lentes perspicazes, e Deleuze, com uma capacidade de rodopios, resultado, em nossos tempos a escola é talvez um dos melhores cenários para se observar a transição das sociedades disciplinares para as de controle. Um mix das duas. </p>
<p>Falo da escola sem endereço e da criança sem rosto. Não é difícil encontrar logradouros, tampouco criar rostidades.</p>
<p>Um abraço e que discussão interessante é alimentada neste blog.</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Blocos de infância I por Priscila</title>
		<link>http://culturadobrincar.redezero.org/blocos-de-infancia-i/comment-page-1/#comment-550</link>
		<dc:creator>Priscila</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 20:01:58 +0000</pubDate>
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		<description>Acho que sou artista... ou será que só uma adulta sem vergonha de brincar?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que sou artista&#8230; ou será que só uma adulta sem vergonha de brincar?</p>
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		<title>Comentário sobre Brincar de esconder: um modo de percepção por Priscila</title>
		<link>http://culturadobrincar.redezero.org/brincar-de-esconder-um-modo-de-percepcao/comment-page-1/#comment-549</link>
		<dc:creator>Priscila</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 19:32:03 +0000</pubDate>
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		<description>Acabei de descobrir seu blog. Explorá-lo promete ser minha brincadeira durante um bom tempo.
O que me encanta é o fato das crianças te enxergarem como alguém que pode brincar também. Elas não fazem isso com qualquer adulto. Escolhem a dedo. Como se em algum momento tivessem o poder de te encolher, de fazer você voltar a ser criança. E, geralmente, não dá muito certo você se auto convidar. Há um período de conquista, de flerte. Troca de olhares, gestos e poucas ou nenhuma palavra.
Fazem isso também com crianças novas no pedaço, mas pra gente há o passo de nos deixarmos levar pela brincadeira. O esforço de aceitarmos o encolhimento e de deixarmos de lado a massa da adultice.
... agora vou procurar os melhores esconderijos do seu blog...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acabei de descobrir seu blog. Explorá-lo promete ser minha brincadeira durante um bom tempo.<br />
O que me encanta é o fato das crianças te enxergarem como alguém que pode brincar também. Elas não fazem isso com qualquer adulto. Escolhem a dedo. Como se em algum momento tivessem o poder de te encolher, de fazer você voltar a ser criança. E, geralmente, não dá muito certo você se auto convidar. Há um período de conquista, de flerte. Troca de olhares, gestos e poucas ou nenhuma palavra.<br />
Fazem isso também com crianças novas no pedaço, mas pra gente há o passo de nos deixarmos levar pela brincadeira. O esforço de aceitarmos o encolhimento e de deixarmos de lado a massa da adultice.<br />
&#8230; agora vou procurar os melhores esconderijos do seu blog&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre O fim da infância (1) por Cibele</title>
		<link>http://culturadobrincar.redezero.org/o-fim-da-infancia-1/comment-page-1/#comment-546</link>
		<dc:creator>Cibele</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 13:33:58 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://culturadobrincar.redezero.org/?p=659#comment-546</guid>
		<description>Ei, Garrocho! Excelente texto e muito oportuno! De que cidade você é? Fui alfabetizada nos primórdios do construtivismo, quando tudo ainda era novidade. Tinha Casinha Feliz e Barquinho amarelo, mas o que ficou mesmo foram as tomadas de leitura e as trocas de olhares entre a professora e a coordenadora...ora de orgulho pelo feito da escola, ora de decepção pelos meus resultados. A alfabetização (ou letramento) é uma espécie de fetiche da educação, né não?
Abraços,
Cibele</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ei, Garrocho! Excelente texto e muito oportuno! De que cidade você é? Fui alfabetizada nos primórdios do construtivismo, quando tudo ainda era novidade. Tinha Casinha Feliz e Barquinho amarelo, mas o que ficou mesmo foram as tomadas de leitura e as trocas de olhares entre a professora e a coordenadora&#8230;ora de orgulho pelo feito da escola, ora de decepção pelos meus resultados. A alfabetização (ou letramento) é uma espécie de fetiche da educação, né não?<br />
Abraços,<br />
Cibele</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre O fim da infância (1) por Veronica Cabral</title>
		<link>http://culturadobrincar.redezero.org/o-fim-da-infancia-1/comment-page-1/#comment-545</link>
		<dc:creator>Veronica Cabral</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 04:56:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://culturadobrincar.redezero.org/?p=659#comment-545</guid>
		<description>Em Minas a situação não é muito diferente. Basta ir a escola estaduais pra constatar como são tratadas nossas crianças. Nas municipais (de BH)a coisa é mais branda, mas não deixa de ser meio assustadora. E se pesquisamos nas referências de publicidade do governo, tudo é lindo e azul. Nunca há problemas. E sabe aquele refrão que a gente escuta quando pequeno: cresça e apareça? pois é, o governo está esperando as crianças crescerem, pra enxergá-las. Talvez porque são muito pequeninhas, não as veja. Minha preocupação é uma só: que no fim das contas elas apareçam, nas primeiras páginas dos jornais policiais. Mas aí já não é mais assunto da educação... é da segurança pública (da qual não necessitamos tecer comentários). Triste realidade!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Em Minas a situação não é muito diferente. Basta ir a escola estaduais pra constatar como são tratadas nossas crianças. Nas municipais (de BH)a coisa é mais branda, mas não deixa de ser meio assustadora. E se pesquisamos nas referências de publicidade do governo, tudo é lindo e azul. Nunca há problemas. E sabe aquele refrão que a gente escuta quando pequeno: cresça e apareça? pois é, o governo está esperando as crianças crescerem, pra enxergá-las. Talvez porque são muito pequeninhas, não as veja. Minha preocupação é uma só: que no fim das contas elas apareçam, nas primeiras páginas dos jornais policiais. Mas aí já não é mais assunto da educação&#8230; é da segurança pública (da qual não necessitamos tecer comentários). Triste realidade!</p>
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